terça-feira, 22 de junho de 2010

Email do Marco, o padrinho do João.

Padrinho ou dindo, assim como eu sou do Pedro, filho da Priscila (Piti) e do Ju (Juliano, meu irmão), o Marco mandou esse ótimo email uns dias atrás:

Oi Márcio e Carol. Dei uma pesquisada a respeito do meu afilhado e constatei vários personagens históricos relacionados ao nome João. Pelo visto, João foi um nome tão imponente quanto o título César.

João é o nome de:

* Bíblico:
o Apóstolo João - um dos doze apóstolos de Jesus Cristo
o Evangelho segundo João
o João Batista - profeta, primo de Jesus Cristo
o São João: Veja São João (desambiguação)
* Imperadores Bizantinos:
o João I Tzimisces
o João II Comneno
o João III Ducas Vatatzes
o João IV Láscaris
o João V Paleólogo
o João VI Cantacuzeno
o João VII Paleólogo
o João VIII Paleólogo
* Reis de Portugal:
o D. João I, o de Boa-Memória
o D. João II, o Príncipe Perfeito
o D. João III, o Piedoso
o D. João IV, o Restaurador
o D. João V, o Magnânimo
o D. João VI, o Clemente
* Reis de Inglaterra:
o João I, o Sem-Terra
* Reis de Aragão:
o João I de Aragão
o João II de Aragão
* Reis de Navarra
o João I (o mesmo que João I de França)
o João II (o mesmo que João II de Aragão)
* Reis de Castela:
o João I
o João II
* Reis e Principes de Espanha:
o João III, pretendente Carlista
o João Carlos I
o João de Bourbon, Conde de Barcelona, pai do rei João Carlos I
* Reis de França:
o João I, o Póstumo
o João II, o Bom
o João III, pretendente Legitimista
* Vários Papas:
o Papa João (vários)
o Papa João Paulo (vários)
* Príncipes e Infantes de Portugal:
o João de Portugal, Duque de Valência de Campos (1349-1487)
o João, Infante de Portugal (1400-1442)
o João de Coimbra, Príncipe de Antioquia (1431-1453), Infante de Portugal. Filho do Infante D. Pedro, Duque de Coimbra.
o João, Duque de Viseu (1448-1472), Infante de Portugal, filho do Infante Fernando, Duque de Viseu
o João de Portugal (1429-1433) filho primogénito de D. Duarte I; morreu criança
o João Manuel de Portugal e Vilhena (1416-1476), filho natural de D. Duarte I. Bispo de Ceuta e da Guarda
o João, Príncipe de Portugal (1451) filho primogénito de D. Afonso V; morreu criança
o João Manuel, Príncipe de Portugal (1537-1554), filho de D. João III e pai de D. Sebastião
o João I, Duque de Bragança (1543-1583), 6º Duque de Bragança
o João de Lencastre (1501-1571, 1º Duque de Aveiro, filho de D. Jorge de Lencastre, filho natural de D. João II
o João, Marquês de Montemor-o-Novo (1430- ? ), 2º filho de Fernando I, 2º Duque de Bragança
o João de Bragança, Duque de Beja infante filho de Maria II e Fernando II, reis de Portugal



São João ou o Apóstolo João

Penso que este João é aqui no Brasil o mais forte personagem que leva aos pais a batizarem seus filhos com este nome.

Texto pesquisado na wikipedia:

São João Evangelista ou Apóstolo João, foi um dos doze apóstolos de Jesus e além do Evangelho segundo João, também escreveu as três epístolas de João (1, 2, e 3) e o livro do Apocalipse.

João seria o mais novo dos 12 discípulos, tinha provavelmente cerca de vinte e quatro anos de idade à altura do seu chamado por Jesus. Consta que seria solteiro e vivia com os seus pais em Betsaida. Era pescador de profissão, consertava as redes de pesca. Trabalhava junto com seu irmão Tiago, e em provável sociedade com André e Pedro.

As heranças deixadas nos escritos de João, demonstram uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições ele seria imaginativo nas suas comparações, pensativo e introspectivo nas suas dissertações e pouco falador como discípulo. É notório o seu amadurecimento na fé através da evolução da sua escrita.
Relação com Jesus

Foi manifesta nos livros da Bíblia a admiração de João por Jesus. Jesus chamou-lhe o Filho do Trovão e posteriormente ele foi considerado o “Discípulo Amado”.

Segundo os registros do "Novo testamento", João foi o apóstolo que seguiu com Jesus, na noite em que foi preso e foi corajoso ao ponto de acompanhar o seu Mestre até à morte na cruz.


João de Patmos, por Alonso Cano, 1640

A História conta que João esteve presente, e ao alcance de Jesus, até a última hora , e foi-lhe entregue a missão de tomar conta de Maria, a mãe de Jesus. Na visão Protestante, a Bíblia indica que Jesus não era filho único de Maria Mt 12.46; Mt 13.55, porém seria o mais velho e por isso teria a responsabilidade de cuidar de sua mãe após a morte de José.[1].

Já a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa sustentam que Cristo não tinha irmãos carnais pois no aramaico, antigo idioma utilizado por Jesus, as palavras que designavam irmãos eram utilizadas indistintamente para primos e outros parentes, devendo ser frisado que Jesus falava aramaico, mas os evangelhos foram escritos em grego, idioma mais rico, o que pode ter gerado esta confusão, no momento da tradução[2].

Mais tarde João esteve fortemente ligado a Pedro nas atividades iniciais do movimento cristão, tornando-se um dos principais sustentáculos da Igreja de Jerusalém. Foi o principal apoio de Pedro, no Dia de Pentecostes. É tradição constante e ininterrupta que pregou na Ásia Menor, especialmente em Éfeso, onde teria encerrado o ministério com morte em idade muito avançada.
A Missão

Depois da morte e martírio de Tiago, o Justo (também conhecido como Irmão do Senhor), João teria se dirigido à Ásia Menor, onde dirigiu a importante e influente comunidade cristã de Éfeso, fundada por Paulo anos antes. João esteve várias vezes na prisão, foi torturado e exilado para a Ilha de Patmos, por um período de cerca de quatro anos, onde teria escrito o Apocalipse até que o cruel imperador Domiciano foi assassinado e o manso imperador Nerva chegasse ao poder em Roma.
O exílio

Em Patmos, ilha no leste do Mar Egeu, local onde fez o seu exílio, João escreveu o Livro da Revelação do Apocalipse. Acredita-se que este Livro da Revelação contém os fragmentos que sobreviveram de uma grande revelação, da qual se perderam grandes partes e outras partes foram retiradas, depois que João o escrevera. Apenas uma parte fragmentada foi preservada. Por outro lado, alguns teólogos e exegetas afirmam que o caráter fragmentário deste livro resulta de outros dois livros de Apocalipse que foram unidos, resultando no que conhecemos hoje, sendo que um deles já estaria escrito desde o tempo de Nero. João viajou muito, trabalhou incessantemente e, depois de tornar-se dirigente das igrejas da Ásia, estabeleceu-se em Éfeso. Orientou o seu colaborador, Natan, na redação do chamado “evangelho segundo João”, em Éfeso, aproximadamente no ano 90 D.C. .


João Evangelista, por Velázquez, 1619, National Gallery, Londres
A morte

De todos os doze apóstolos, João Zebedeu finalmente tornou-se o mais destacado teólogo. Ele morreu de morte natural, em Éfeso, no ano 103 d.C., quando tinha 94 anos. Segundo bispo Polícrates de Éfeso em 190 (atestada por Eusébio de Cesareia na sua História Eclesiástica, 5, 24), o Apóstolo "dormiu" (faleceu) em Éfeso. Contudo, conta-se que a mesma estava vazia quando foi aberta por Constantino para edificar-lhe uma igreja.

Segundo algumas interpretações João era o apóstolo que Jesus mais amava. Ele tinha um enorme afeto pelo Senhor e vice-versa.

São João, o Apóstolo, por El Greco c. 1600, Museu do Prado, Madrid
Controvérsia

Controvérsias são suscitadas baseadas nos próprios textos bíblicos que afirmam que este discípulo não passou pela morte, segundo a interpretação de alguns. Com efeito é possível ler: Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu Reino. (Mateus 16,28)

De outra parte está também escrito nos Evangelhos: Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e perguntara: "Senhor, quem é o traidor?" Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: "E quanto a este?" Respondeu-lhe Jesus: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me." Então, se tornou corrente entre os irmãos o dito de que aquele discípulo não morreria. Ora, "Jesus não dissera que tal discípulo não morreria", mas: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?" (João 21,18-25)

Interpretações teológicas, contudo, resolvem essa dificuldade bíblica como Jesus afirmando que ele deveria permanecer vivo até a Revelação final do cânon bíblico, o Apocalipse. A partir daí, sua morte ocorrería naturalmente, no tempo devido.

João Meneghel

Achei 2 ruas no Brasil que levam o nome de João Meneghel:

R. João Meneghel - Cohab, Caxias do Sul - RS, 95032-190

R. João Meneghel - Rudge Ramos, São Bernardo do Campo - São Paulo, 09623-020


Essa é em Caxias do Sul.




Bah Marco, muito legal tua 'pesquisada' sobre João. Vou atrás dessa rua João Meneghel lá em Caxias tirar uma foto.
Obrigado padrinho!

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